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"[...] Sabemos que, quando nasce um livro, nasce também um autor ou uma autora - alguém que compartilha seus medos, sonhos, esperanças, decepções... Quem escreve um livro ensina quem lê, e quem lê se torna, ao menos um pouquinho, quem escreveu (porque cada pedacinho de história conta um pouco do quem escreveu desejou)."
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Para superar uma situação de constrangimento, Joãozinho criou um anti-herói que ficou famoso na festa à fantasia da escola por ser o único “vilão” num evento de herói. Surpreso com a receptividade de seu personagem entre os “heróis fantasiados”, ele se sente à vontade para voltar a ser um aficionado de super-heróis (a antipatia por eles era mera birra por ter sido constrangido sem o traje adequado), porém vive o dilema de ter de transformar o Capitão Malvado em “bonzinho”, visto que prefere ser reconhecido como um herói. Enquanto isso, a preocupação de seus pais é com a história de que Joãozinho adquiriu superpoderes.
"(...) Aqui, Margareth tem a destreza artística da beleza da poesia. Seus poemas lembram que essa artesã, em qualquer gênero que cultiva, tem quase sempre a mesma matéria-prima: a memória. A memória sua e a dos outros. A memória, o relato oral, a lembrança, o esquecimento, a invenção do sonho ou da imaginação são a grande fonte de onde Margareth - poetisa, escritora, pesquisadora - tira seus textos.
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